Detalls de la
conferència del gran músic i millor teòric João Maurício Galindo, amb l’arquitectura
sempre present fins arribar a les escultures immutables d’Alberto Giacometti. Tot
això sense moure’ns de São Paulo i sota un denominador comú: l’arquitectura. De
com llegir la música i les seves múltiples capes de la mateixa manera que es llegeix
un edifici, de com llegia Giacometti les cares de les persones, de com Miralles
parlava i recordava els 18 dibuixos i estudis que l’artista Suís realitzà de
James Lord. De com tres de les grans arts estan lligades i relacionades, de com
es pot tenir-ne una lectura universal i de com es necessiten. 24 hores intenses
sota 24 capes, o lectures, d’un mateix sentit.
dijous, 31 de maig del 2012
Les arts per capes
Una causa més
Un altre cop una
causa més. La mateixa causa, pel mateix problema; la mateixa lluita. Aquest cop
deixo el link a una web senzilla i ben muntada, on es coneix el motiu i s’explica
la injustícia. Aquesta vegada situada a l’edifici d’avinguda Ipiranga 895, al
centre de São Paulo, a 5 minuts a peu d’on visc. On es documenta més a fons
aquesta situació actual però també es coneixen les persones, protagonistes i
principals patidors i lluitador per la causa. Una causa justa. Una causa més.
dimecres, 30 de maig del 2012
Annex Brasília:
Mitjançant una web de Brasília m’agradaria incorporar un resum de les propostes presentades al concurs, així
com els finalistes i més detalls interessants sobre els projectes del pla
pilot.
Autores dos planos apresentados no Concurso para o
Plano Piloto da Nova Capital Federal:
Plano número 1:
Carlos Cascaldi, arquiteto
João Vilanova Artigas, arquiteto
Mário Wagner Vieira da cunha, sociólogo
Paulo de Camargo e Almeida, arquiteto
Plano número 2:
Boruch Milman, engenheiro
João Henrique Rocha, arquiteto
Ney Fontes Gonçalves, arquiteto
Plano número 4:
Reduto Engenharia e construções S. A .
Plano número 5:
Eurípedes santos, engenheiro arquiteto
Plano número 6:
Alfeu Martini, engenheiro arquiteto
Plano número 7:
José Otacílio de Sabóia Ribeiro, engenheiro
Plano número 8:
Marcelo Roberto, arquiteto
Maurício Roberto, arquiteto
Plano número 9:
Ricardo Brasílico Paes de Barros Schroeder,
engenheiro
Plano número 10:
Rubem de Lima Dias
Plano número 11:
Oswaldo Corrêa Gonçalves, arquiteto
Plano número 12:
Joaquim Marciano Guedes, arquiteto
Lilian Marciano Guedes, arquiteto
Carlos Millan, arquiteto
Domingos Azevedo, arquiteto
Plano número 13:
João Batista Correa da Silva
Plano número 14:
Inácio Chaves de Moura, arquiteto
Plano número 15:
Flávio Amílcar Régis do Nascimento, arquiteto
Plano número 16:
Pedro Paulo de Melo Saraiva, arquiteto
Júlio José Franco Neves, arquiteto
Plano número 17:
Rino Levi, arquiteto
Roberto Cerqueira César, arquiteto
Luiz Roberto de Carvalho Franco, arquiteto
Plano número 18:
João Kahir
Plano número 19:
Edgar Rocha Souza, arquiteto
Plano número 20:
José Geraldo da Cunha Camargo, arquiteto
Plano número 21:
Pedro Paulino Guimarães, arquiteto
Plano número 22:
Lúcio costa, arquiteto
Plano número 23:
Marcelo Rangel Pestana, engenheiro
Hérnan Ocampo Landa, arquiteto
Vigor Artese, arquiteto
Plano número 24:
Henrique Ephin Mindlin, arquiteto
Giancarlo Palanti, arquiteto
Plano número 25:
José Marques Sarabanda, arquiteto
Plano número 26:
Milton C. Ghiraldini, arquiteto
Classificação do concurso para o Plano Piloto da
Nova Capital Federal
Primeiro Classificado:
Lúcio Costa - CZ$ 1.000.000,00
Plano inscrito no Concurso sob o número 22
Arquiteto:
Lúcio Costa
Classificado em 1o. lugar
Classificado em 1o. lugar
Autor:
Lúcio Costa, arquiteto
Lúcio costa é carioca, nascido em 1902. Formado,
na década de 20, pela Escola Nacional de Belas-Artes (RJ). Esteve ligado ao
ensino, dedicando-se à sua reforma, quando Professor da Escola Nacional de
Belas-Artes. Nos anos trinta destacam-se sua atividade no Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico nacional, como consultor, seu projeto, em
equipe, do edifício-sede do Ministério da Educação (RJ) e o Parque Guinle.
Depois de Brasília, destaca-se o plano urbanístico da Barra (RJ). Sua atividade
como teórico e planejador urbano foi sempre consagrada como parâmetro da
modernização da arquitetura e do urbanismo brasileiro.
Segundo Classificado:
Ney Fontes Gonçalves
Boruch Milman
Plano inscrito no concurso sob o número 2.
Engenheiro:
Boruch Milman
Arquitetos:
João Henrique Rocha
Ney Fontes Gonaçalves
Classificado em 2o. lugar.
Ney Fontes Gonaçalves
Classificado em 2o. lugar.
A equipe esteve formada unicamente para o plano
concorrente. Seus membros, à exceção de Ney Fontes Gonçalves, precocemente
falecido, são residentes na cidade do Rio de Janeiro. João Henrique Rocha é
carioca, nascido em 1923. Boruch Milman é mineiro de Pouso alegre, nascido em
1926. É formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do /rio de
janeiro, em 1949, mais tarde formado em Engenharia Industrial, pela mesma
Universidade, em 1955. A partir de 1966, ocupa cadeira de ensino naquela
Universidade, como Livre Docente. Em 1967, adquire o título de doutor em
Ciências Físicas e Matemáticas, pela Federal do Rio de Janeiro. Desde 1952,
exerce a função de engenheiro, com escritório próprio, havendo se dedicado a
projetos estruturais para habitações coletivas, hospitais e indústrias, na sua
maioria, par o Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo e Distrito Federal.
João Henrique Rocha - CZ$ 500.000,00
Terceiro e quarto classificados:
Escritório Técnico Rino Levi
Plano inscrito no concurso sob o número 17
Escritório Técnico Rino Levi
Classificado em 3o. lugar
Classificado em 3o. lugar
Autores:
Rino Levi,
Roberto Cerqueira César,
Luís Roberto Carvalho Franco, arquitetos
Paulo Fragoso, engenheiro
Roberto Cerqueira César,
Luís Roberto Carvalho Franco, arquitetos
Paulo Fragoso, engenheiro
Rino Levi era paulista da capital, nascido em 1901
e falecido em 1965. Fez seus estudos superiores na Academia de Belas-Artes de
Milão e Escola Superior de Arquitetura de Roma, formando-se em 1926. Inicia usa
atividade profissional em São Paulo, com escritório técnico próprio, Rino Levi.
À época do concurso era professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da
Universidade de São Paulo. Já em 1932 seu escritório adquire renome, com a
construção do primeiro prédio de apartamentos de luxo de São Paulo, Columbus.
Roberto Cerqueira César é paulista da capital, nascido em 1917. Formado em Arquitetura
pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, em 1940, no ano seguinte
ingressou ao escritório de Rino Levi, tornando-se seu associado em 1945. É
sócio-gerente do mesmo escritório desde 1965, então com nova firma, Rino Levi
Arquitetos Associados Ltda. Luiz Roberto Carvalho Franco é paulista de Araras,
nascido em 1926. É formado arquiteto pela Universidade Mackenzie(SP), em 1951,
e pós-graduado em "Metadesign" pela Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo da Universidade de São Paulo, em 1965. Foi arquiteto do escritório
Rino Levi desde 1951. É seu diretor desde 1965.
Escritório M. M. M. Roberto
CZ$ 400.000,00 mais 300.000,00
Plano inscrito no Concurso sob o número 8
Escritório M. M. M. Roberto Arquitetos
Classificado em 3o. lugar
Classificado em 3o. lugar
Autores:
Marcelo Roberto
Maurício Roberto, arquitetos
Antonio A . Dias., arquiteto (associado)
Ellida Engert, arquiteto (chefe de equipe)
Paulo Novaes, engenheiro
Fernando Segadas Vianna,
engenheiro-agrônomo
Maurício Roberto, arquitetos
Antonio A . Dias., arquiteto (associado)
Ellida Engert, arquiteto (chefe de equipe)
Paulo Novaes, engenheiro
Fernando Segadas Vianna,
engenheiro-agrônomo
Colaboradores:
Estephania R. Paixão
Marcelo Campello
Marcelo Fragelli
Sérgio A . Rocha, arquitetos
J. P. Linnemann
Ivo Magalhães
J. M. Azevedo Neto
R. Rego Monteiro
N . A . Gaspar, engenheiros
Antonio A . Teixeira de Freitas, estatístico
João Lyra madeira, atuário
Alfredo Ceschiatti, escultor
Marcelo Campello
Marcelo Fragelli
Sérgio A . Rocha, arquitetos
J. P. Linnemann
Ivo Magalhães
J. M. Azevedo Neto
R. Rego Monteiro
N . A . Gaspar, engenheiros
Antonio A . Teixeira de Freitas, estatístico
João Lyra madeira, atuário
Alfredo Ceschiatti, escultor
O escritório M. M. M. Roberto foi formado em 1942,
quatorze anos antes do lançamento do Concurso para Brasília. Às vésperas deste,
a equipe do escritório havia elaborado o planejamento turístico regional para a
cidade de Cabo Frio(RJ), o primeiro e maior planejamento da América do Sul.
Entre suas obras destacam-se, pela preservação da modernidade, o edifíco-sede
da Associação Brasileira de Imprensa, de 1936, e o Aeroporto Santos Dumont, de
1937. Com o falecimento de Marcelo, em 1964, a responsabilidade do escritório
passa a Maurício Roberto, sob nova firma, m. Roberto Arquitetos. A partir de
1970, a responsabilidade do escritório é dividida com Márcio Roberto , filho de
Maurício. Maurício é carioca, nascido em 1921 e formado pela Escola Nacional de
Belas Artes (RJ), em 194. Com várias obras de edificação projetadas, recebeu
também prêmios em concursos com planos urbanísticos, para os estados da Bahia,
São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Maurício Roberto tem artigos escritos
sobre arquitetura brasileira e planejamento urbano para a cidade do Rio de
Janeiro.
Quinto classificado:
Henrique Ephin Mindlin e
Giancarlo Palanti - CZ$ 200.000,00
Plano inscrito no Concurso sob o número 24
Arquitetos:
Henrique Ephin Mindlin,
Giancarlo Palanti, arquitetos
Giancarlo Palanti, arquitetos
Colaboradores
Wlamyr Lima Amaral, arquiteto
Marc Demetre Foundoukas, arquiteto
Anny Sirakoff
Olga Verjovsky
Gilson Mendes Lages
André Gonçalves
Marc Demetre Foundoukas, arquiteto
Anny Sirakoff
Olga Verjovsky
Gilson Mendes Lages
André Gonçalves
Henrique Ephin Mindlin, hoje falecido, nasceu em
1911, em São Paulo, capital. Formou-se como engenheiro-arquiteto, em 1932, pela
Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie de São Paulo. Em 1933, montou
escritório próprio, transferido em 1945 para a cidade do Rio de Janeiro. A
partir de 1955, formalizou sociedade, em São Paulo, com Giancarlo Palanti, até
o falecimento deste. Em 1964, fundou firma de arquitetura com os arquitetos
Walmyr Lima Amaral, Walter Lawson Morrison e Marc Demetre Foundoukas, o
primeiro hoje responsável pelo escritório que conserva seu nome. Mindlin
consagrou-se com habitações coletivas, entre as quais o Edifício Santarém (SP),
construído nos primeiros anos de seu escritório. Foi professor Livre Docente na
antiga Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil, mais tarde
professor titular.
Carlos Cascaldi
João Vilanova Artigas
Mário Wagner Vieira
Paulo de Camargo e Almeida - CZ$ 200.000,00
Construtécnica S.A . Comercial e Construtora - CZ$
200.000,00
Plano inscrito no concurso sob o número 26
construtécnica S. A . Comercial e Construtora
Classificado em 5o. lugar
Classificado em 5o. lugar
Autores:
Milton c . Ghiraldini, arquiteto (chefe)
Clóvis Felippe Olga
Nestor Lindenberg
Manoel da S . Machado
Wilson Maia Fina, arquitetos
Milton A . Peixoto Rubens Gennari, engenheiros
Clóvis Felippe Olga
Nestor Lindenberg
Manoel da S . Machado
Wilson Maia Fina, arquitetos
Milton A . Peixoto Rubens Gennari, engenheiros
O Arquiteto-Chefe Milton C . Ghiraldini e Wilson
Maia Fina são hoje falecidos. Clóvis Felippe Olga foi Diretor-Presidente da
firma no período de 1949 a 1963. Havendo dirigido outras firmas construtoras, é
hoje Diretor da Integral engenheiros e Arquitetos S/C Ltda., de São Paulo.
Nasceu em 1924 na capital paulista. É formado em Engenharia Civil pela Escola
de Engenharia da Universidade Mackenzie(SP), no ano de 1949. Mais tarde, em
1956, formou-se em Arquitetura pela mesma universidade. Tem atuado como
arquiteto e engenheiro responsável por obras que vão desde residências
unifamiliares a edifícios industriais, pontes e viadutos.
dimarts, 29 de maig del 2012
Adeus MASP, arrivederci Modigliani!
Una sensació
estranya aquesta tarda, caminant per Avenidada
Paulista cap a una posta de sol de tardor. Deixant enrere el MASP, deixant
enrere una retrospectiva sobre un pintor d’aquells que li agafes estima ràpid, sinó
per la seva vida sobretot per les seves pinzellades, plenes de màgia i misteri.
Un misteri i una melangia que el mateix edifici de la Lina Bo Bardi m’ha
contagiat. Vaig arribar i recordo criticar-lo al començament d’aquest blog, al començament d’un viatge que m’ha
donat moltíssim i m’ha ensenyat a mirar millor, a pensar més estona i sobretot
amb nous punts de vista, molts d’ells ben radicals. I és així, radical, com ha
canviat el meu punt d’un edifici que des del primer dia va ser funcional, un
edifici del qual en qüestionava el seu espai lliure, la plaça que ens regalà la
Lina, la plaça que avui m’ha servit per mirar l’edifici probablement per última
vegada. L´última exposició.
Cada cop sento
més a prop l’olor salada del Mediterrani, i tot entrar a finals d’una tardor
estranya, plena de melangia, sento com qui ja es prepara per l’estiu imminent a
casa meva, i no em desagrada.
Tot i així,
trobaré a faltar la plaça del MASP, aquell oasis de calma al vell mig del cor
de la sempre moguda i sorollosa Sampa...
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Lina Bo Bardi,
São Paulo
dimarts, 22 de maig del 2012
Plano Piloto n*22
Aquest és un
resum de la valoració del jurat al projecte presentat sota el títol “civitas, não uma urbs” per a l’ordenació
del pla pilot de Brasília de la mà de Lúcio Costa, el qual resultà guanyador.
CRÍTIQUES:
1-
Massa
quantitat indiscriminada de terra entre el centre governamental i el llac.
2-
L’aeroport
hauria d’estar situat més lluny de la ciutat.
3-
La
part més allargada del llac i les penínsules no són utilitzades per a
residències.
4-
No
especifica el tipus d’estratègies regionals, especialment en relació amb les possibles
ciutats satèl·lit.
AVANTATGES:
1-
Únic
pla preparat per a una capital administrativa del Brasil.
2-
Elements
principals ràpidament apresos: pla clar, directe i fonamentalment simple, com
Pompeia, Nancy, Londres (Wren) o París (Lluís XV).
3-
Pla finalitzat
amb 10 anys amb la possibilitat que la ciutat segueixi creixent.
4-
La
mida de la ciutat és limitat, el seu creixement després de 20 anys serà a les
penínsules i a les ciutats satèl·lit.
5-
Un
centre condueix a un altre. Pla fàcilment llegible.
6-
Esperit
del segle XX: nou, lliure i obert. Disciplinat sense ser rígid.
7-
El
mètode de creixement de les zones verdes és el més pràctic de tots.
8-
Ambaixades
ben situades dins un escenari variable.
La plaça dels tres poders evoca
per una banda la ciutat i el parc per l’altre.
És parteix del més general
fins al més particular. El que és general s’expressa de forma simple i breu,
tot i no ser fàcil.
diumenge, 20 de maig del 2012
El viatge d’occident: Brasília
Estudiada,
comentada, criticada, i per fi viscuda, passejada i dibuixada. No és moment per
obrir un nou capítol de la història de l’arquitectura i l’urbanisme que en
parli. Un nou anàlisi tampoc aportaria res de nou. Tan sols em quedo amb una
frase que em vingué al cap durant les llargues i caloroses passejades en que un
es sent únic al carrer: “si no existís
algú la inventaria”.
Dins una maqueta a
escala real amb materials blancs i translúcids que evoquen la puresa i claredat
que tingueren les propostes de Juscelino Kubitschek, l’ordenació de Lúcio Costa
i l’arquitectura d’Oscar Niemeyer el viatjant es sent diferent, sorprès. L’arquitecte,
curiós i dubitatiu, l’estudiant; fascinat.
Una barreja d’emocions,
imatges i dissenys que evoquen les voluntats més positives i les arquitectures
més pures reflectides en els magnífics espais interiors del palau d’Itimaraty o
la puresa de la llum més blanca mai vista dins una catedral així com els
moments més hostils, quan un vol viure i tocar l’arquitectura amb les seves
mans i passejar amb els seus peus; quan un troba el problema més gran de
Brasília, el fet de no tenir automòbil, el fet de no posseir la comoditat de la
velocitat. Una velocitat que, segons Niemeyer va ésser el problema de Brasília,”5 anys per a 50 anys” com deia el
president Kubitschek, 5 anys que valgueren el progrés de 50, però 5 anys que
crearen una arquitectura blanca, pura, nova, però ràpida.
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